A história da educação no Brasil começa com a chegada dos jesuítas, que
vêm para catequizar os índios. Para iniciar a sua missão, percebem que é
necessário ensinar os índios a ler e escrever. Os métodos pedagógicos
utilizados para alfabetizar os indígenas teve predominância no período
colonial, até chegar o marquês de Pombal e expulsá-los das terras brasileiras.
O período pombalino visava diversificar os conteúdos ensinados
e incluir a versão
científica por meio de aulas régias, era uma tentativa de
incluir na educação princípios do iluminismo, porém este período foi marcado
pela fragmentação do sistema educacional, posto que a sociedade em questão não
estivesse preparada para tal mudança o que ocasionou na formação de
profissionais desqualificados pra ministrar o ensino. Após este período chega
ao Brasil a família real, e então inicia-se o período Joanino que é implantado
para satisfazer as necessidades da realeza, o que faz com que a educação
continue sendo uma ideia secundária como nos períodos anteriores, assim em 1822
começa o período imperial que corresponde a uma época de acontecimentos
importantes para o Brasil com a proclamação da República. A educação passa pelo
método Lancaster ou seja, de ensino mútuo de aluno para alunos (1823), o passo
seguinte vem com a elaboração de um decreto que institui quatro graus de
instruções que são pedagogias (escolas primárias), Liceus, Ginásios e
Academias, surge a seleção de professores a abertura de escolas para meninas,
mas até o fim do império estas propostas não conseguiram organizar-se para
atingir os devidos objetivos.
Segundo Paulo Renato Souza (Ministro da Educação e Desporto), “Os
Parâmetros
Curriculares Nacionais foram elaborados procurando, de um lado,
respeitar diversidades regionais, culturais, políticas existentes no país e, de
outro, considerar a necessidade de construir referências nacionais comuns ao
processo educativo em todas as regiões brasileiras. Com isso, pretende-se criar
condições, nas escolas, que permitam aos nossos jovens ter acesso ao conjunto
de conhecimentos socialmente elaborados e reconhecidos como necessários ao
exercício da cidadania”. (Brasília 2010). Estes são, a priori, os objetivos
gerais dos PCNs.
Assim, os PCNs foram elaborados á partir da LDB para orientar e dar
suporte aos docentes ao preparar suas aulas, são separados por ciclos, onde
cada qual possui um perfil de aluno de acordo com a faixa etária detentores de
necessidades específicas que são o 1º Ciclo (1ª e 2ªs.), 2º Ciclo (3ª e 4ªs.),
3º Ciclo (5ª e 6ªs.), 4º Ciclo (7ª e 8ªs.). Os documentos que compõe os PCNs
foram constituídos com a contribuição de vários professores da área da Educação
coletados pelo MEC, os objetivos gerais e específicos abordados tendem a
atender as necessidades dos alunos de cada ciclo visando desenvolver a
competência dos mesmos para formar cidadãos políticos e críticos e prepará-los
para o trabalho.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA E ELETRÔNICA
BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise nos contos de fadas. Tradução de Arlene Caetano. 14. Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980. (disponível em www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/literatura-infantil).
MELO,Gladstone Chaves de. Ensaio de estilística da língua portuguesa. Rio de Janeiro:Padrão,1976. (disponível em www.filologia.org.br/xxiicnlf/06/10.pdf).
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs)
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